Cristóvão Campos

Cristóvão-Campos-fotografia-1200x800.jpeg

Actor

Iniciou a sua carreira de forma acidental no cinema, com a curta-metragem “1975” de Manuel João Águas. Estreou-se com “Uma Aventura” à qual se seguiram séries, novelas e telefilmes como “O Bairro da Fonte, Olhar da Serpente, Pai à Força, Conexão, Coração D’Ouro, Alma e Coração, Filhos do Rock, Sara e Pôr do Sol” e “Princípio, Meio e Fim”. Participou em vários projetos, de que são exemplo: “Harper Regan”, encenado por Ana Nave; Hannah e Martin, “O Senhor Puntila e o seu Criado Matti” e “Golpada”, encenados por João Lourenço; “Neva” encenada por João Reis; “Mechanical Monsters” de Rui Neto; “A Pior Comédia do Mundo” (Noises Off) encenada por Fernando Gomes; “A Peça Que Dá Para o Torto” por Hanna Sharkey; “O Amor é Tão Simples” e “Sonho de Uma Noite de Verão” (musical) ambas encenadas por Diogo Infante; e “Noite de Reis”, encenada por Ricardo Neves-Neves.

Criou bandas sonoras para trabalhos nas áreas da dança e do teatro, trabalhando com Rui Neto, Marcantonio del Carlo, Joana Antunes, o Gerador e João Lourenço. Em 2025 foi encenado por António Pires na peça Arte de Yasmina Reza. Venceu o Globo de Ouro para melhor ator de teatro com o espetáculo “Monóculo, Retrato de S. von Harden”.