SOBRE O MENTAL

O MENTAL – Festival da Saúde Mental tem como objectivo primordial falar claro e claramente sobre saúde mental. A plataforma escolhida é a cultura no seu sentido mais lato e as artes em particular, veículos extraordinários para o combate ao estigma, vergonha e falta de informação pública e geral.

Com foco na programação, exposição e discussão, o MENTAL conheceu em três anos um impacto extraordinário a nível de participantes e públicos que assistiram a mostras de cinema internacional, M-Talks (debates públicos) sobre os temas abordados e correspondentes longas metragens, peças de teatro, dança, música e edição literária com chancela própria.

 

Um festival dedicado tem um interesse de saúde pública único e a escolha de ambientes e espaços seguros e comuns, como cinemas, auditórios e salas de exposições, convida à promoção, à partilha de experiências e à comunicação de ideias, ao mesmo tempo que se combate o estigma, preconceito e isolamento.

O Mental integra a board direction da rede internacional Nefele Network.

DESDE 2017

Já vamos no 3º ano de Mental, e já a preparar a 4º edição para 2020.

+ 400

A cada ano somos surpreendidos com o número de participações que nos chegam de todo o mundo.

+ 50

Uma equipa de envolvidos cada vez maior. Desde staff, a voluntários, parceiros, patrocinadores…

+ MENTAL

 Cinema, Artes e Informação para todas as idades e todos os gostos.

A aposta no ano de estreia foram as M-Talks, debates sobre os temas pré-selecionados entre profissionais com microfone aberto ao público antecedendo filmes específicos.

Em 2018 criámos uma mostra de cinema internacional com as categorias ficção, animação e documentário através da plataforma FilmFreeway. Foram submetidos 97 filmes oriundos de 23 países. Dos nove finalistas selecionados por um júri independente, Matteo Born, realizador suíço de “A Viagem de Laura”, foi o vencedor e brindou o público com a sua presença.

Em 2019, a open call repetiu o interesse e reforçou o número de países representados, contando com uma dezena de títulos portugueses.

A exposição de trabalhos de Artes Plásticas vai ser feita, na terceira edição, na Casa da Imprensa (mais uma parceria do Mental), uma combinação de trabalhos da pintora Sandra Zav com elementos vindos do Festival da Máscara Ibérica. O que se esconde ou mostra tem um papel quase de rotina na vida atual.

Os trabalhos são selecionados por convite direto e/ou à medida que as instituições os enviam, sendo devidamente enquadrados na programação, apresentados em exposição colectiva.

A programação já abriu espaço à dança com o espetáculo “MUNDOS” pelo Núcleo de Dança Terapia (NDT) do Hospital Psiquiátrico de Lisboa, que surgiu da vontade própria de cada artista dançar a sua “dança”. Regressará com um novo trabalho em 2020 a um dos palcos do Mental.

2018 foi ano de estreia da chancela MENTAL/DGS com a primeira edição própria, o livro “As Aventura de Mr. X – a trilogia”, de João Gata, que teve lançamento em Lisboa com apresentação do João Tordo e João Vasco Almeida, e Paulo Vieira de Castro, no Porto.

Relançado já em 2019 a convite da livraria Ler Devagar, conheceu um auditório empenhado na conversa com os três autores da obra, João Gata, o ilustrador Andreas Stocklein e o paginador Hervé Hette. Para 2019 está em curso a edição de estreia de uma nova autora italiana, Martinna Farttura, em edição bilingue Italiano/Português num formato original e com uma história extraordinária que é ilustrada pela própria.

2020 terá nova edição literária, adicionando à sua chancela temas actuais e oportunos no âmbito da saúde Mental para todos. Humor, histórias, non-sense, testemunhos. A curadoria literária procura sempre inéditos.

A Unidade W+ regressa em 2019 com uma nova peça feita por encomenda para se enquadrar na nova marca Mental Júnior que compreenderá toda uma programação específica para este target.

A peça multilingue “Kusama e Warhol: o maior roubo da pop” pela Companhia Dona Mona dá luz à famosa obsessão com os polka-dots de Yayoi Kusama, à sua relação conflituosa com Joseph Cornell ou à estreita amizade com Donald Judd, e à hipocondría
de Andy Warhol.

A companhia Sem Tábuas apresenta um espectáculo com temas orientados para o target juvenil.

Lançamento do My Story, My Song – A Música no Festival Mental! Este projecto surge em 2019 para criar um espaço para a música em parceria com o Festival Irlandês.

A ação convida um autor a escolher temas musicais que o ajudaram a ultrapassar uma crise de saúde mental. Interpretando versões muito próprias dessas músicas, entra num diálogo com o público presente que pode interagir com questões e apontamentos.
Mafalda Veiga, André Viamonte, Sónia Tavares, Carolina Deslandes, entre outros, são artistas que imediatamente aceitaram o repto no ano de estreia. O My Story, My Song está a ser um enorme sucesso a cada apresentação efetuada, estando a suscitar o interesse de agentes e de muitos artistas nacionais.

A partir de 2019 é criada a marca MENTAL JÚNIOR que visa uma programação autónoma e que se deve ao facto de ter tido em 2018 a sala totalmente esgotada, com incessantes pedidos por parte do público para mais programação e mais datas, necessidade explícita de ter onde expor problemas, trocar ideias, e iniciar um relacionamento com as crianças falando do que nunca se fala.

OS NOSSOS OBJECTIVOS

CULTURAL

O foco na CULTURA é uma vertente essencial como grande aliada terapêutica da Saúde Mental, tanto na prevenção, como para ajudar a entender um Mundo de questões e problemas.

SOCIAL

A vertente SOCIAL é clara neste Festival, totalmente dedicado ao encontro de novos públicos e de esclarecimento sobre esta matéria.

PREVENTIVO

A vertente EDUCAÇÃO está presente em todo o projeto. Desde a educação das pessoas à criação de Novos Públicos, nomeadamente junto das camadas mais jovens, com dias totalmente dedicados.

INTERCÂMBIO

Convite para debates, as M-Talks, a várias figuras internacionais e nacionais, artistas e profissionais da Saúde Mental, todas figuras atentas à urgência das temáticas abordadas.

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